O cristianismo de mente vazia e seus efeitos

“Você consegue pensar sobre as informações que recebe? Consegue aplicar o conhecimento adquirido com reflexão? É impossível falar desse tema e não lembrar de tantos alunos e amigos que, em meio a aulas e palestras, diante de questões e conceitos bíblicos essenciais disseram: “É muita informação…”; ou ainda: “Mas, professor, isso é realmente necessário? O Evangelho é simples. Jesus é simples…”

Pode ser um apenas um recorte, admito. Mas, reflete com propriedade a realidade de muitas igrejas evangélicas. Milhares e milhares de homens e mulheres que decidiram navegar na calmaria das águas mornas, curtindo o “abraço” quente e acolhedor da mediocridade.” […] Continuar lendo O cristianismo de mente vazia e seus efeitos

“Teologia não expulsa demônios.”

“Uma das frases mais condenáveis daquelas que são utilizadas no equivocado combate ao estudo teológico nas igrejas é essa do título: “Teologia não expulsa demônios”. Em outras palavras, os defensores desta ideia advogam que, para as questões práticas que se apresentam na vida diária da igreja, a teologia, no fim das contas, não tem muito valor. Teologia é teoria, é algo abstrato, que serve para satisfazer a curiosidade, que alimenta o cérebro, mas que não confere poder no mundo espiritual.” […]   Continuar lendo “Teologia não expulsa demônios.”

Quem estuda teologia estuda para “falar difícil”?

“Uma das objeções mais frequentemente levantadas no seio da Igreja contra o estudo da teologia é a de que aqueles que a estudam o fazem não para a edificação de si mesmos e dos outros, isto é, do Corpo de Cristo, da Igreja, mas para “aparecerem” com base em seu volume de conhecimento.” […] Continuar lendo Quem estuda teologia estuda para “falar difícil”?

Usar o púlpito para “bater” na teologia [e nos teólogos] é correto?

“Fora do púlpito, eu mesmo já ouvi que “teologia é coisa de louco” – um jovem cristão (não um pregador ou pastor) me disse isso via aplicativo de mensagens. É de se entender. No entanto, não é raro ouvirmos, hoje, nos púlpitos e arraiais evangélicos, pastores e pregadores “batendo” no estudo teológico e, consequentemente, nos estudantes, aspirantes a teólogos, e teólogos, demonizando a teologia, como se eles mesmos não produzissem teologia. Aqueles que deveriam amar a teologia, acabam por denegri-la.” […] Continuar lendo Usar o púlpito para “bater” na teologia [e nos teólogos] é correto?

Alergia ao termo “doutrina” – faz sentido?

“Para muitas pessoas, palavras como teologia, doutrina e ortodoxia são quase totalmente sem sentido; talvez, desagradáveis e, até, repelentes. Teologia parece entediante. Doutrina é algo sobre o que as pessoas rudes contendem. Muitos cristãos teriam dificuldade em dizer qualquer coisa além de que a ortodoxia traz à mente imagens de igrejas antigas guardadas por homens idosos e de poucos cabelos que são ranzinzas e zangados.” […] Continuar lendo Alergia ao termo “doutrina” – faz sentido?

Cristão, você precisa estudar teologia (afinal de contas, todos somos teólogos)

“Talvez essa pergunta poderia ser reformulada para: porque devo conhecer o Senhor? O estudo da Bíblia nada mais é do que o aprofundamento no conhecimento que o Senhor nos deu sobre Ele mesmo. No final das contas, todos somos teólogos – a questão é se o que sabemos a respeito de Deus é verdadeiro.” […] Continuar lendo Cristão, você precisa estudar teologia (afinal de contas, todos somos teólogos)

Aprovação de Deus e manejo da Palavra

“O objetivo do ministério não é agradar a homens, antes, a preocupação primordial do ministro deve ser a de se apresentar a Deus aprovado. É ter a mentalidade que o seu serviço deve estar alinhado unicamente à vontade de Deus, pois é Ele quem determina a sua aprovação.” […] Continuar lendo Aprovação de Deus e manejo da Palavra

Fazer ou ensinar?

“Quando cristãos param para indagar sobre o que vem primeiro ou que é mais importante: “fazer ou ensinar?”, revelam que, individual ou coletivamente, tem abandonado o fluxo natural da sua vocação como corpo de Cristo. Jesus Cristo continua fazendo e ensinando por meio da Igreja cheia do Espírito Santo. É, portanto, anômala à luz da natureza do que seja ser Igreja de Jesus a ideia do intelectual que vive sem engajamento com uma comunidade local, ou mesmo do indivíduo que é uma patrola missionária, todavia acéfalo, incapaz de refletir com um pouco mais de consistência, inapto de discernimento.” […] Continuar lendo Fazer ou ensinar?